sábado, outubro 03, 2026

👟 Sou uma marca... e ainda ninguém me pagou Direitos de Autor!

A professora da primeira disciplina que vou ter já para a semana, já nos deu um trabalho. É uma coisa "simples", no padlet:

Primeira parte: Apresentarmo-nos como se fôssemos uma marca. 😅

Pensei: “Ok, fácil. Escolho uma marca, digo duas coisas bonitas e já está.”

Pois. Não é bem assim.

Há que ter posicionamento. Há que ter valores. Há que ligar os atributos da marca ao meu perfil.

Resumindo: eu tenho de me vender. 😂

Escolhi os All Star (Converse).

E porquê?

Porque somos versáteis, clássicas e autênticas. 😎

É uma marca que toda a gente usa, do mais rebelde ao mais certinho, e que, por vezes, acaba por ser algo comum entre pessoas muito diferentes.

E eu identifico-me com isso, porque também gosto de conseguir estar com pessoas diferentes e adaptar-me a situações diferentes, sem deixar de ser eu própria.

 

Quando mostrei o texto à mamã, ela leu e disse que tinha de acrescentar mais qualquer coisa. 🤔

A ideia era fazer a ponte para o “algo comum entre ti e a marca”.

E começámos a trabalhar na frase:

“Gosto de tentar encontrar os pontos comuns entre pessoas diferentes.”

Só que “gosto de” já estava a aparecer demasiadas vezes.

A mãe, muito prestável, começou a lançar alternativas:

“Prefiro.”

“Procuro encontrar.”

“Procuro sempre encontrar.”

“Dou prioridade a encontrar.”

“Considero mais importante encontrar.” 🤦‍♀️

Passado algum tempo, percebemos que a frase já estava mais perdida do que o meu irmão no autocarro. (Quem acompanha o blogue sabe do que falo.) 😂

Mas pronto, o resultado final ficou bem, e agora já sou oficialmente uma marca com valores. 👟

Segunda parte: Quais são as minhas expectativas sobre a UC

Pediram-nos também para escrever o que esperamos da disciplina.

E eu escrevi:

“Espero aprender a criar conteúdos visuais para marcas, como logótipos, cartazes e desenvolver a minha criatividade.”

Acho que está ótimo. Simples, direto, sem dramas.

Mas a mãe achou que faltava qualquer coisa. 😏

Disse que eu tinha de marcar a minha individualidade.

Para não vou seguir o rebanho (porque eu conseguia ver as respostas dos meus colegas de curso).

Que vou aprender para criar o meu caminho.

Eu respondi que isto não precisava de ser tão profissional. 😅

E, para ser sincera, eu nem sei muito bem do que é que a disciplina trata.

A mãe, com a calma de quem já viu muitos trabalhos de casa, sugeriu:

“Pesquisa então. Para poderes dar respostas de acordo com isso.”

Então fui pesquisar.

E descobri que, supostamente, aprende-se a fazer isto mesmo: logótipos, cartazes, essas coisas. 🎨

Portanto, afinal, eu tinha razão. 😎

A mãe ainda tentou mais umas versões (“adquirir competências para poder desenvolver o meu papel nesta área, mantendo... ??”), mas a verdade é que nem ela sabia como acabar a frase.

“Não sei filha.” Acabou por me dizer.

“Não sei também.” Respondi-lhe.

Pelo menos estávamos de acordo. 🤝

 

E o que vem aí?

Um dos próximos trabalhos, e de grupo, vai ser:

Inventar algo que ainda não foi inventado. 💡

Sim, leram bem.

Estamos na segunda semana e já nos pedem para inventar o futuro. 😂

Se alguém tiver ideias, aceito sugestões.

Só peço que ainda não tenham sido inventadas. 😜


Espero que daqui a uns anos me ria deste post a olhar para o meu logótipo, ou para a minha invenção que mudou o mundo. Se não tiver mudado o mundo, pelo menos que tenha sido tão versátil, clássica e autêntica como os All Star. 👟❤️

Sem comentários: