sexta-feira, outubro 09, 2026

Marketing, comunicação e fuga estratégica à fotografia 😂📸

 Hoje descobri que ando a aparecer nas fotografias das redes sociais da universidade. 😂

Mandei logo o link da publicação do Facebook à mamã e disse-lhe para ir ver o que lhe tinha enviado.

A reação da mamã não se fez esperar:

“Uau!!! É uma Facebook Star! É bom para o Marketing da universidade!” 🤣

Eu, que não estou propriamente interessada em ser famosa, respondi:

“Andámos a fugir às câmaras!” 😩😂

Ao que a mamã me respondeu que tinha a mesma sorte que ela: foge das câmaras, mas elas parecem ter um talento especial para a encontrar. E ainda acrescentou:

“Filha da mãe!”

E a Joana, sem perder tempo:

“Tal mãe, tal filha!” 🤣🤣🤣

Pronto. Está explicado.

Entrei em Marketing e já apareço em fotografias promocionais. A mamã continua a fugir das câmaras e, pelos vistos, passou-lhe essa herança genética.

Só falta saber se isto conta como experiência profissional no currículo.

Um dia, posso vir a trabalhar em marketing. Até lá, parece que já comecei a contribuir para a divulgação da universidade, mesmo que involuntariamente!

terça-feira, outubro 06, 2026

O primeiro dia… e as borboletas na barriga! 🎓🦋

Hoje foi o meu primeiro dia de aulas na universidade!

E, pelos vistos, o meu cérebro decidiu que começar uma nova etapa não era suficientemente emocionante. Tinha de acrescentar um bocadinho de ansiedade à mistura. 😅

Desde ontem à tarde que me sentia muito ansiosa. Ao jantar, quase não consegui comer e hoje de manhã só consegui comer uma barrinha de cereais. Estava a sentir-me estranha e esta ansiedade estava a ser pior do que das outras vezes.

A verdade é que, por muito que uma pessoa queira começar uma coisa nova, isso não significa que não tenha medo do que vem aí.

A mãe tentou tranquilizar-me e disse-me que podia ir mandando mensagens ou telefonar-lhe. Disse até que ia comigo… pelo telefone. ❤️

Também me ensinou a controlar a respiração: inspirar enquanto conto até quatro e expirar enquanto conto até cinco.

Entretanto, fui-me despachando para não me atrasar. Porque uma coisa é estar ansiosa com o primeiro dia de aulas, outra é chegar atrasada logo no primeiro dia! 😂

E lá fui eu.

Quando cheguei a casa, já tinha passado a primeira aula e estava tudo bem. Na segunda parte, a professora falou-nos de alguns conceitos de economia e disse que ia deixar os PowerPoints no Moodle.

Havia apenas um pequeno problema: ainda não tínhamos acesso aos materiais.

E eu, que já estava pronta para começar a fazer resumos, tive de esperar.

Felizmente, mais tarde consegui finalmente aceder aos PowerPoints.

Hehehe! 😁

Uma pessoa entra na universidade e, ao fim de poucas horas, já está preocupada com os apontamentos, os documentos e a organização das disciplinas.

Parece que a minha vontade de estudar chegou antes dos acessos ao Moodle!

Agora é começar a perceber como tudo funciona, organizar os materiais e habituar-me a esta nova rotina.

O primeiro dia já passou.

E eu também passei por ele. ❤️


Eu sei que o primeiro passo nem sempre é o mais fácil. Às vezes, antes de começar uma nova etapa, temos de conseguir ultrapassar aquilo que sentimos.

Naquele dia, a universidade ainda era um mundo desconhecido. Eu queria começar, queria aprender e queria fazer tudo bem, mas também estava assustada.

Aos poucos, fui descobrindo que não precisava de ter tudo resolvido no primeiro dia. Bastava ir um passo de cada vez.

E, pelos vistos, até a universidade começa com uma barrinha de pequeno-almoço, uma respiração contada até cinco e uma mãe do outro lado do telefone. 💕

sábado, outubro 03, 2026

👟 Sou uma marca... e ainda ninguém me pagou Direitos de Autor!

A professora da primeira disciplina que vou ter já para a semana, já nos deu um trabalho. É uma coisa "simples", no padlet:

Primeira parte: Apresentarmo-nos como se fôssemos uma marca. 😅

Pensei: “Ok, fácil. Escolho uma marca, digo duas coisas bonitas e já está.”

Pois. Não é bem assim.

Há que ter posicionamento. Há que ter valores. Há que ligar os atributos da marca ao meu perfil.

Resumindo: eu tenho de me vender. 😂

Escolhi os All Star (Converse).

E porquê?

Porque somos versáteis, clássicas e autênticas. 😎

É uma marca que toda a gente usa, do mais rebelde ao mais certinho, e que, por vezes, acaba por ser algo comum entre pessoas muito diferentes.

E eu identifico-me com isso, porque também gosto de conseguir estar com pessoas diferentes e adaptar-me a situações diferentes, sem deixar de ser eu própria.

 

Quando mostrei o texto à mamã, ela leu e disse que tinha de acrescentar mais qualquer coisa. 🤔

A ideia era fazer a ponte para o “algo comum entre ti e a marca”.

E começámos a trabalhar na frase:

“Gosto de tentar encontrar os pontos comuns entre pessoas diferentes.”

Só que “gosto de” já estava a aparecer demasiadas vezes.

A mãe, muito prestável, começou a lançar alternativas:

“Prefiro.”

“Procuro encontrar.”

“Procuro sempre encontrar.”

“Dou prioridade a encontrar.”

“Considero mais importante encontrar.” 🤦‍♀️

Passado algum tempo, percebemos que a frase já estava mais perdida do que o meu irmão no autocarro. (Quem acompanha o blogue sabe do que falo.) 😂

Mas pronto, o resultado final ficou bem, e agora já sou oficialmente uma marca com valores. 👟

Segunda parte: Quais são as minhas expectativas sobre a UC

Pediram-nos também para escrever o que esperamos da disciplina.

E eu escrevi:

“Espero aprender a criar conteúdos visuais para marcas, como logótipos, cartazes e desenvolver a minha criatividade.”

Acho que está ótimo. Simples, direto, sem dramas.

Mas a mãe achou que faltava qualquer coisa. 😏

Disse que eu tinha de marcar a minha individualidade.

Para não vou seguir o rebanho (porque eu conseguia ver as respostas dos meus colegas de curso).

Que vou aprender para criar o meu caminho.

Eu respondi que isto não precisava de ser tão profissional. 😅

E, para ser sincera, eu nem sei muito bem do que é que a disciplina trata.

A mãe, com a calma de quem já viu muitos trabalhos de casa, sugeriu:

“Pesquisa então. Para poderes dar respostas de acordo com isso.”

Então fui pesquisar.

E descobri que, supostamente, aprende-se a fazer isto mesmo: logótipos, cartazes, essas coisas. 🎨

Portanto, afinal, eu tinha razão. 😎

A mãe ainda tentou mais umas versões (“adquirir competências para poder desenvolver o meu papel nesta área, mantendo... ??”), mas a verdade é que nem ela sabia como acabar a frase.

“Não sei filha.” Acabou por me dizer.

“Não sei também.” Respondi-lhe.

Pelo menos estávamos de acordo. 🤝

 

E o que vem aí?

Um dos próximos trabalhos, e de grupo, vai ser:

Inventar algo que ainda não foi inventado. 💡

Sim, leram bem.

Estamos na segunda semana e já nos pedem para inventar o futuro. 😂

Se alguém tiver ideias, aceito sugestões.

Só peço que ainda não tenham sido inventadas. 😜


Espero que daqui a uns anos me ria deste post a olhar para o meu logótipo, ou para a minha invenção que mudou o mundo. Se não tiver mudado o mundo, pelo menos que tenha sido tão versátil, clássica e autêntica como os All Star. 👟❤️

domingo, setembro 27, 2026

O Mistério da Casa de Banho: Um Caso Não Resolvido

 Há histórias que se contam e que as pessoas duvidam. Há histórias que se contam e a nossa própria mãe chora a rir. E há histórias como esta, que reúnem as duas coisas ao mesmo tempo, e que eu ainda não consegui processar completamente apesar de já ter passado o ano letivo de 2024/2025 inteiro a tentar.

Vamos começar do início, com calma, porque este caso merece ser contado com o respeito que um bom mistério exige.
Era uma manhã normal. Tinha acabado de sair da primeira aula e ia mudar de sala — uma das pequenas alegrias da faculdade. Desço as escadas, tranquilo, sem desconfiar de nada, e é aí que a normalidade decide pedir a demissão.
Havia uma linha. Não um rasto qualquer, note-se — uma linha. Nas escadas. No corredor. Feita de nódoas castanhas cuja origem eu, sinceramente, preferia continuar a desconhecer.
As auxiliares já estavam ali, indignadíssimas, porque obviamente alguém ia ter de limpar aquilo, e ninguém se ofereceu como voluntário para a tarefa (compreensivelmente).
Mas aqui é que a história deixa de ser "nojenta" e passa a ser genuinamente digna de um episódio de investigação paranormal: a linha saía da casa de banho e ia pelo corredor e pelas escadas. Dois sítios diferentes. Ao mesmo tempo. Como se a substância em questão tivesse decidido dividir-se em equipas para explorar mais eficientemente o edifício.
Segui um dos rastos. Alguém saiu da WC, chegou a meio do caminho... e voltou para trás, saindo da escola. Sozinho. Sem testemunhas. Ninguém viu nada. 
E já agora, não, não foi partida de ninguém — o cheiro que vinha da casa de banho confirmava isso com uma autoridade que dispensava qualquer dúvida.
E a casa de banho em si? Um cenário digno de filme de terror de baixo orçamento. Parecia um campo de paintball (de acordo com um corajoso amigo meu, que resolveu ver para crer) só que a "tinta" não era tinta nenhuma.
Convém sublinhar o contexto: isto não era um infantário. Era uma universidade pública, frequentada por adultos entre os 18 e os 25 e tais anos. Pessoas crescidas. Com, presumivelmente, capacidades motoras e sentido de orientação para uma casa de banho.
Agora, a parte que transforma isto de "nojento" em "inexplicável": a mancha ia em direção à saída do edifício, mas a certa altura parava. Do nada. Como se a pessoa (ou entidade) responsável se tivesse simplesmente teletransportado dali para fora. Também não era caso de uma funcionária a arrastar um saco do lixo cheio de borras de café a pingar — porque a mancha tinha pedaços. E havia rasto não só nos degraus, mas também na parede de cada degrau. Nem isso escapou.
O rasto começava na casa de banho, parava a meio do corredor, e parava a meio das escadas. Como se a física tivesse decidido tirar o dia de folga.
Sempre que conto esta história à minha mãe, ela chora de tanto rir — e ela não é propriamente estranha a estas andanças, sendo professora do 1º ciclo e tendo testemunhado cenas semelhantes ao longo da carreira. A diferença é que as dela ficavam contidas dentro da casa de banho. As minhas tinham ambições geográficas.
Se acham que isto soa mau só de ler, garanto-vos que a imaginação fica muito aquém da realidade. Eu estive lá. Vi. Cheirei. Nunca mais fui o mesmo.
Isto devia ter sido investigado pelos Ficheiros Secretos. No mínimo, merecia uma equipa da CSI: Corredor Universitário.

Caso por resolver.

🎓 O baile de finalistas II

 Na sequência de 🎓 O baile de finalistas I

Este ano foi o meu!

O tempo voa mesmo 😊

*

A "comissão de festas" pediu-nos para escolhermos uma foto nossa, de quando éramos pequenos, para serem criados marcadores de mesa.

Aqui está o meu 💖

Como podem ver, há coisas que nunca mudam...
Os caracóis e o ar de "onde é que eu me vim meter?!" ou "como é que isto aconteceu?!" continuam iguais...

segunda-feira, setembro 14, 2026

Ai eu...

Hoje a minha mãe pediu-me:

“Joana, ajuda aqui a dobrar os lençóis...”

Eu olhei para ela e desatei-me a rir.

Ela perguntou-me porquê e eu respondi a rir:

“E se eu tivesse nascido sem braços?” 🤣

A minha mãe, sem hesitar:

“Dobravas com os pés!”

E, como se isso ainda não fosse suficiente, começou a enumerar as vantagens para ela:

“Tinhas menos unhas para cortar, não desarrumavas os brinquedos quando eras pequena, não comias rebuçados às escondidas como aconteceu tantas vezes...”

🤣🤣🤣

Confesso que, nesta altura, já nem estava a conseguir dobrar os lençóis de tanto rir.

Tenho 18 anos. E continuo a arranjar maneiras de tentar escapar às tarefas domésticas. 😂

Só não estava à espera de descobrir que a minha mãe já tem um plano alternativo para o caso de eu aparecer sem braços.

Dobrava com os pés.

Problema resolvido. 😌

Agora vou ali ajudar a dobrar os lençóis antes que ela se lembre de mais vantagens. 🤣

sábado, setembro 12, 2026

🎂 Hoje faço 22 anos!

Parabéns para mim! 🎂🎉

É estranho pensar que já passaram 22 anos desde aquele dia em que cheguei a este mundo. 😅

Quando era mais pequeno, nunca pensei muito no que seria ter 22 anos. Parecia uma idade muito distante, quase de adulto a sério.

E agora estou aqui.

22 anos depois, continuo a fazer parte deste blog que começou quando eu ainda era pequeno e onde ficaram tantas coisas que fui escrevendo ao longo dos anos.

É engraçado voltar atrás e encontrar textos que escrevi quando tinha 2, 5, 10 ou 13 anos. Algumas coisas já nem me lembrava que tinham acontecido. Outras fazem-me pensar: como é que eu escrevia isto?! 😂

Mas, no fundo, é precisamente por isso que gosto que este blog ainda exista.

Porque guarda bocadinhos de quem eu fui.

E agora começa mais um capítulo. Tenho pela frente uma nova etapa, com o mestrado a começar e muitas coisas novas para descobrir.

Por isso, aos 22 anos, acho que posso dizer que continuo a andar por aqui. 🙂


P.M.A. (Post Multos Anos):
Escrevo isto em 2026, aos 22 anos, e é curioso pensar que este blog começou quando eu tinha apenas 2 anos. Na altura, provavelmente não fazia ideia de que um dia iria voltar aqui para ler coisas que eu próprio escrevi.

quarta-feira, setembro 09, 2026

🚆 Um passeio de transportes... que correu mal

Hoje fui de comboio até meio do percurso que precisava de fazer.

Até aqui, tudo bem.

Depois teria de apanhar um autocarro para chegar ao destino.

Só que, por engano, apanhei o autocarro... para o sítio de onde tinha acabado de vir. 🤦‍♂️

Ou seja, fiz uma viagem de comboio para me aproximar do destino e, depois, apanhei um autocarro para voltar para trás.

Conclusão: perdi tempo, não fui para onde queria e ainda tive direito a um passeio turístico completamente desnecessário. 😂

E, como se não bastasse, o autocarro estava cheio de pessoas com um odor corporal bastante forte (e ainda não era meio-dia!).

Foi aí que percebi uma coisa:

Estou a ficar velho. 😩

Não porque tenha (QUASE) 22 anos.

Mas porque já estou a começar a ter experiências de velho nos transportes públicos. 😂


P.M.A. (Post Multos Anos):
Aos (QUASE) 22 anos, descobri que envelhecer pode começar por apanhar o autocarro errado. O próximo passo deve ser começar a reclamar que “antigamente os transportes eram melhores”. 😜

terça-feira, setembro 01, 2026

Próximo desafio... Praxe!

 Como se entrar na universidade já não trouxesse novidades suficientes, a Joana “descobriu” entretanto que há todo um novo vocabulário para aprender.

Uma das primeiras palavras:

Praxe.

E, pelos vistos, ela ainda nem é oficialmente caloira.

Primeiro há uma espécie de estatuto de pré-caloira, reservado a quem acaba de entrar pela primeira vez no ensino superior.

Há palavras novas, tradições novas, atividades de acolhimento, estudantes mais velhos, padrinhos e madrinhas e até um batismo.

E há um kit.


Claro que há um kit. 😂

A ideia, pelo menos segundo as regras que fomos descobrir, é que tudo isto sirva para receber e integrar os novos alunos, criar espírito de camaradagem e entreajuda e ajudá-los a conhecer este novo mundo.

Agora, aquilo que ainda não sabemos é o mais importante:


Como é que vai ser a praxe da Joana?

O que é que lhe vão pedir?

Vai achar piada?

Vai ficar envergonhada?

Vai chegar a casa a contar tudo?

Ou vai entrar pela porta e dizer apenas:


“Não vou contar.” 😏

Uma coisa sabemos: a participação tem de respeitar a vontade e a integridade dos estudantes. E há regras para que a tradição não se transforme numa coisa completamente diferente daquilo que deve ser.

Portanto, para já, ficamos à espera.

A matrícula está feita.

O seguro está pago.

A propina também.

A faculdade já foi visitada.

O caminho já foi cronometrado.

Falta agora uma coisa:


Sobreviver à primeira semana como caloira em potência. 😜

E depois logo vemos.

Continua...

sábado, agosto 29, 2026

E agora? É que isto está mesmo a acontecer...

 A parte de entrar na universidade já está resolvida.

Fui colocada na primeira opção, a matrícula já está feita online, o seguro está pago e a propina também.

Portanto, oficialmente, está tudo tratado.

Na minha cabeça é que ainda há umas quantas coisas por tratar. 😅

Material escolar?

Afinal, o que é que é preciso levar para a faculdade?

Cadernos? Computador? Canetas? Tudo? Nada?

E as disciplinas?

Como serão as aulas? Será que vou gostar? Será que vou conseguir acompanhar? Será que vou conhecer muitas pessoas novas, ou só as necessárias?

E depois há a parte prática.

Já fui conhecer a faculdade com o papá e aproveitei para fazer o percurso completo.

Saiu do transporte que terei de utilizar, cronometrei a caminhada até ao local onde vou ter aulas e fiquei a saber exactamente quanto tempo preciso para lá chegar.

Porque uma coisa é saber onde vou estudar. Outra, bem diferente, é saber como é que chego lá a horas. 😏

Agora falta descobrir o resto.

Onde são as salas.

Como funciona o horário.

Quem serão os colegas.

Que professores vou encontrar.

E, provavelmente, mais umas quantas coisas que ainda nem sequer me lembrei de perguntar.

A verdade é que a ansiedade já começou a aparecer por aqui.

É normal.

Afinal, é uma mudança grande.

Há aquela vontade de começar, mas também há o medo de não saber muito bem o que me espera.

É o princípio de uma etapa nova.

E, desta vez, não há mochila preparada pela mamã, nem alguém a dizer onde é a sala, nem ninguém a levar-me pela mão até à porta.

Agora é mesmo só comigo.

Esta caloira está quase pronta.

Ou pelo menos... estou tão pronta quanto é possível estar quando ainda não sei muito bem ao que vou. ❤️