sexta-feira, março 31, 2017
Contas à vida
quinta-feira, março 30, 2017
quarta-feira, março 29, 2017
Hospital com ela
terça-feira, março 28, 2017
On fire
segunda-feira, março 27, 2017
Uma violência!
domingo, março 26, 2017
Gulosos! Não vejam isto!
sábado, março 25, 2017
Passeio literário
sexta-feira, março 24, 2017
Estudos e mais estudos
quinta-feira, março 23, 2017
Chuva e frio
quarta-feira, março 22, 2017
Demasiada preocupação
terça-feira, março 21, 2017
De viagem
segunda-feira, março 20, 2017
domingo, março 19, 2017
sábado, março 18, 2017
Que alívio!
sexta-feira, março 17, 2017
Pitosga
quinta-feira, março 16, 2017
Exigências
quarta-feira, março 15, 2017
terça-feira, março 14, 2017
Semana de testes
segunda-feira, março 13, 2017
Patinadora à caixa central!
domingo, março 12, 2017
sábado, março 11, 2017
sexta-feira, março 10, 2017
Já não te posso ver
quinta-feira, março 09, 2017
Ajuda a longo prazo... Fora com eles!
quarta-feira, março 08, 2017
Teste de matemática
terça-feira, março 07, 2017
Bolo de chocolate e laranja
segunda-feira, março 06, 2017
A família
domingo, março 05, 2017
Visita de Estudo com direito a Peça de Teatro :)
sábado, março 04, 2017
No Man's Sky

sexta-feira, março 03, 2017
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar - Apresentação
quinta-feira, março 02, 2017
Férias de Carnaval: entre o “não fiz nada” e uma erupção vulcânica
Há relatos de férias que começam com grandes aventuras, viagens, passeios e acontecimentos extraordinários. Este não.
O Relatório Oficial (via Caderno da Escola da Joana) começa assim:
“No sábado não fiz nada de especial, então vou inventar.”
E pronto. Está explicado. 😂
Ainda assim, havia planos.
“No sábado, eu queria jogar à bola, queria almoçar fora e queria ir brincar para o parque.”
Na prática, aparentemente, não aconteceu nada disso. Mas fica aqui registada a intenção, que também conta.
“No domingo, fiquei em casa.”
Um dia tranquilo. Sem grandes acontecimentos. O que, olhando para o que viria a seguir, talvez tenha sido uma boa preparação.
“Na segunda-feira, fui ao McDonald's e depois fomos para casa para eu patinar.”
Até aqui, tudo relativamente normal.
“Na terça-feira”, a coisa começou a ficar mais científica.
“Fiz uma experiência do vulcão com o meu pai.” 🌋
Pelas fotografias que ficaram guardadas, parece que havia um kit próprio para o efeito, portanto não estamos perante uma experiência científica feita com três colheres de farinha e uma garrafa de água.
Havia equipamento.
Havia instruções.
Havia um vulcão.
E, presumivelmente, lava.
Depois da ciência, voltámos ao computador: “fui jogar Team Fortress com o meu irmão.”
Porque uma coisa é provocar uma erupção vulcânica na sala. Outra é passar o resto do dia sem jogar Team Fortress. 😁
“Na quarta-feira, fui novamente ao McDonald's, depois fui aos tinteiros e, em seguida, fomos à Casa comprar velas.”
E assim terminaram as férias de Carnaval.
Uma semana que começou com a minha irmã a admitir que ia inventar acontecimentos, passou por McDonald's, patins, Team Fortress, compras de velas e terminou com uma experiência vulcânica.
Não sei se houve lava suficiente para classificar isto como férias radicais.
Mas, para 2017, parece-me uma programação bastante competente. 🌋😂
P.M.A. (Post Multos Annos): Nove anos depois, em 2026, o que mais me diverte neste relato não é sequer o vulcão.
É a frase:
“Não fiz nada de especial, então vou inventar.”
A sinceridade ficou registada para a posteridade. E ainda bem.
Quanto ao vulcão, as fotografias permitem confirmar que ele existiu mesmo e que houve pelo menos uma pessoa muito empenhada em fazê-lo entrar em erupção.
E há aqui uma pergunta que ficou por responder:
Afinal, o vulcão entrou mesmo em erupção ou ficou apenas a fazer figura de vulcão? 🌋
Escolhas difíceis!
*
(Uma das vantagens de crescermos é não termos que andar com um farnel atrás como quando andávamos no 1º ciclo...)
































